10 perguntas sobre solo

A Embrapa Solos selecionou 200 dúvidas comuns sobre solo e as reuniu em uma única publicação: Solo para todos: perguntas e respostas, de 2014. A proposta era automatizar o SAC, de forma que, quando o público tivesse alguma dúvida, já existissem respostas-padrão da instituição. Dividido em três partes (Estudo do Solo, Fertilidade do solo e nutrição de plantas e Compostagem), o arquivo completo pode ser encontrado no Portal da Embrapa.

De acordo com Denise Werneck de Paiva, chefe adjunta de transferência de tecnologia da Embrapa e uma das organizadoras da publicação, um bom manejo do solo é essencial para a agricultura. “Tudo começa com a coleta dos solos para análise para identificar qual é o tipo de solo e quais as melhores formas de correção. A partir daí, se faz o manejo adequado. Para o cultivo, isso é importantíssimo”, justifica.

Para um solo saudável, a analista recomenda a correção adequada de adubo e o respeito à região. “Deve-se respeitar as condições climáticas e saber qual cultura é adequada para cada forma de relevo”, completa Werneck.

Para saber mais sobre o tema, confira 10 perguntas extraídas da publicação da Embrapa:

1) O que é solo e qual é a sua função?

A definição de solo vai depender essencialmente do enfoque dado, ou seja, do olhar que se tem da sua utilização, do estudo a ser realizado. Na pedologia, é uma coleção de corpos naturais, constituídos por partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicos, formados por materiais minerais e orgânicos, contendo matéria viva e ocupando a maior porção do manto superficial das extensões continentais do planeta. Contém matéria viva e pode ser vegetado na natureza onde ocorrem e, eventualmente, modificados por interferências antrópicas. É produto do intemperismo sobre um material de origem, cuja transformação se desenvolve em um determinado relevo, clima, bioma e ao longo de um tempo. Demais definições, com outros sentidos podem ser observadas no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. O solo serve para dar sustentação às plantas, age como armazenador de água e é um filtro natural de poluentes, além de ser um meio de vida para o homem, onde se produz alimentos, construção de casas, estradas e demais necessidade humanas.

2) O que é estrutura do solo e qual a sua importância para o solo e as plantas?

Por estrutura, entende-se a agregação das partículas primárias do solo em unidades estruturais compostas, separadas, entre si, pelas superfícies de fraqueza. A sua importância se reflete principalmente na infiltração de água no solo, na quantidade de ar disponível para trocas gasosas do sistema radicular e atividade biológica (macro e microrganismos).

3) Como faço para o solo ficar mais produtivo?

Com relação a melhorar a fertilidade de um solo para possibilitar que ele seja mais produtivo na agricultura, é necessário a aplicação de corretivos de pH e níveis tóxicos de alumínio (calcário e/ou gesso), e de fertilizantes minerais (ureia, superfosfato, cloreto de potássio, micronutrientes), orgânicos (cama de aviário, esterco de boi ou cavalo, adubação verde com leguminosas) ou organominerais. Importante salientar que antes de se fazer esses procedimentos é necessário fazer a análise de fertilidade do solo em laboratórios especializados e credenciados. Esse princípio é válido para qualquer tipo ou classe de solo (amarelo, vermelho, cinza, preto, marrom), em qualquer região do Brasil.

4) Com que frequência devo realizar análise do solo na área de cultivo?

O intervalo das análises pode variar de acordo com o tipo de manejo de solo e sistema de produção/plantio a ser adotado, sendo, na maioria das vezes, realizado anualmente. Deve ser feito com pelo menos dois a três meses antes do plantio, para dar tempo, quando for necessário se utilizar calcário para alterar o pH, deste corretivo reagir com o solo.

5) Como os microrganismos do solo afetam as plantas?

Existem várias formas: 1) Existem microrganismos, fungos em sua maioria, que “mineram” o solo e liberam nutrientes, especialmente o fósforo, que fica mais prontamente disponível para ser absorvido pelas raízes; 2) Existem microrganismos que controlam outros microrganismos que causam doenças as plantas; 3) Existem microrganismos que produzem substâncias orgânicas que estimulam o crescimento da planta etc.

6) O que se entende por solo degradado? E quais os fatores que levam à degradação do solo?

A degradação do solo é a deterioração ou desgaste de suas características químicas, físicas, morfológicas e biológicas, como por exemplo, a perda da quantidade de solo e de seus nutrientes, a distribuição da matéria orgânica, a compactação, a poluição, causada por adubos químicos e pesticidas etc. São muitos os fatores que levam à degradação do solo, não só no meio rural como nas cidades. Por exemplo: desmatamentos, queimadas, preparo excessivo do solo agrícola e no sentido morro abaixo, plantio de monocultura durante muito tempo, adubações em doses erradas e sem a recomendação da análise química, uso indiscriminado de agrotóxicos, construção de residências e prédios em áreas sujeitas a desmoronamento, espejo de lixo e rejeitos industriais em locais impróprios, colocando em risco o meio ambiente e a saúde da população.

A publicação selecionou 200 dúvidas comuns sobre solo

7)  Como os solos são formados na natureza?

O solo é formado e se desenvolve como resultado do efeito de fatores ambientais ativos, como o clima e organismos, sobre o material de origem, em uma posição da paisagem e por um período de tempo. Como consequência, o solo passa por sucessivas fases de evolução, desde o estádio inicial de intemperismo do material de origem (juvenil) até alcançar o equilíbrio (maturidade), não se alterando quanto à característica selecionada com o passar do tempo.

Em uma análise conjunta, a gênese do solo se dá a partir de duas fases distintas: Fase A – Deposição e/ou acumulação do material de origem (substrato), que representa a base para a formação, desenvolvimento e evolução dos diferentes solos. Fase B – Formação e diferenciação dos horizontes de solos (pedogênese), que representa a ação coletiva ou isolada dos mecanismos (ação física, química e biológica) sobre o material de origem, cuja intensidade de atuação é condicionada pelos fatores de formação e que irão direcionar os diferentes processos de formação. A combinação entre os mecanismos e fatores promove ou retarda a diferenciação e a evolução dos horizontes, ou seja, a expressão dos processos de formação,  dando origem a diferentes solos.

8) Como são classificados os solos no Brasil?

A classificação de um solo é determinada pela interpretação de características morfológicas e propriedades físicas, químicas e mineralógicas descritas em campo e analisadas em laboratório, respectivamente. A classificação de um solo é feita pelo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, que representa uma classificação com base em características morfológicas e genéticas descritas nos horizontes do solo, sendo contemporizadas em sistema de chave taxonômicas. O sistema nacional classifica os solos em seis níveis diferentes correspondendo, cada nível, a um grau de generalização ou detalhe, são eles: Ordem, Subordem, Grande Grupo, Subgrupo, Família e Série (ainda em discussão).

9) Quais os benefícios do húmus para o solo?

Quando aplicamos no solo um adubo orgânico humificado ou rico em húmus, certamente o húmus é responsável pelos benefícios para melhorar as propriedades do solo e consequentemente do potencial produtivo do mesmo. Por exemplo, melhorando: a agregação das partículas e estruturação do solo; a aeração; a infiltração de água e retenção de umidade; a capacidade de retenção e disponibilização de nutrientes que irão “alimentar” as plantas (em geral, nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e micronutrientes – Cu, Zn, entre outros); a complexação com metais (“controle” da acidez – Al e de outros elementos tóxicos – Cd, Ni, Pb entre outros); e promovendo um aumento na diversidade de microrganismos benéficos para o desenvolvimento das plantas e para a transformação da matéria orgânica e disponibilização gradativa dos nutrientes para as plantas.

Deve-se lembrar que o composto em geral é rico em nutrientes, tanto macro quanto micronutrientes, e a quantidade presente pode ser suficiente para a cultura se desenvolver, e lembrar que isto vai depender do tipo e quantidade de resíduos utilizados. Pode-se enriquecer o composto com nutrientes durante a compostagem, os fosfatos são bons, mas precisam de acompanhamento técnico para o ajuste da quantidade para obter um composto de qualidade.

A vantagem do composto é que os nutrientes em geral estão em três formas. Parte está pronta, disponível para a nutrição da cultura, outra está parcialmente disponível, já que se encontra protegida pelo húmus na forma de complexos. Uma terceira está retida na matéria orgânica ainda a ser decomposta ou mineralizada no solo. Portanto, o composto orgânico sendo gradativamente aproveitado pelas culturas funciona como reservatório de nutrientes no solo. Sendo assim, fornecer composto às plantas é permitir que elas retirem os nutrientes que precisam de acordo com as suas necessidades, ao longo de um tempo maior do que teriam para aproveitar um adubo sintético com nutrientes altamente disponíveis na sua totalidade, que pode ser arrastado pelas águas das chuvas.

10) O que é compostagem e quais são as condições iniciais para viabilizar esse processo?

A compostagem é um processo de preparo de fertilizante natural, o húmus, a partir de resíduos orgânicos – dejetos animais, palhas, restos de frutas e verduras entre outros materiais. Esses resíduos são misturados e amontoados visando formar montes ou pilhas de compostagem, as quais passam por um manejo e monitoramento seguindo princípios técnicos. As condições dependem da realidade local e do objetivo. O importante é entender os princípios e relações entre os principais fatores que contribuem para criar as melhores condições possíveis para que os organismos se multipliquem e transformem a matéria orgânica. A criatividade para testar e praticar é que permitirá usar da melhor forma possível os recursos naturais e infraestrutura existentes, visando a minimizar custos e viabilizar uma rotina.

Por: Débora Duarte e Vinicius Galera

Fonte: Globo Rural

 

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Doutor em Ciências pela USP (2011), com ênfase na área de concentração de irrigação e drenagem, e engenheiro agrônomo pela Esalq/USP (2004), tendo recebido duas menções honrosas em trabalhos científicos e o prêmio Sotreq, por Melhor Desempenho na área de Engenharia. Ao longo de sua vida acadêmica e profissional, desenvolveu atividades relacionadas à Agricultura de Precisão, Geoestatística, Eletrônica e Automação, também com formação técnica em eletroeletrônica, laureado com o prêmio Engenheiro Roberto Mange de Melhor Desempenho (1997). Atuou na Robert Bosch (1996 – 2000) e é diretor de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) da APagri Soluções Agronômicas. Participação em eventos internacionais, nos Estados Unidos e Espanha.

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Professor Sênior em Adubos, Adubação e Fertilidade do Solo; aulas na disciplina Adubos e Adubação em graduação e pós-graduação na ESALQ/USP; Especialização e MBA. Sócio-proprietário da Vittagro Engenharia, especializada em consultoria, treinamento e projetos técnico-científicos nas áreas de fertilidade e manejo de solos, práticas corretivas (calagem, gessagem e fosfatagem), práticas conservacionistas (plantas de cobertura, rotação de culturas), fertilizantes minerais, orgânicos, compostagem, adubação e nutrição de plantas. Projetos de pesquisa e assessoria na área de plantio direto na cultura de grãos, cana-de-açúcar, pastagem, café, citros e algodão. Publicou 15 livros em nutrição vegetal, fertilizantes e fertilidade do solo; 27 capítulos de livros; boletins técnicos e participação em mais de 200 eventos de capacitação; palestras no Brasil e exterior (África do Sul, Marrocos, Estados Unidos, Noruega, Bolívia, Uruguai, Argentina, Equador, França, Peru, Chile, Espanha, México, Belize, República Dominicana, China, Turquia, Austrália, Costa Rica, Guatemala, Angola, Canadá, entre outros países). Coordenador nacional e internacional há 30 anos do Programa de Análises de Tecido Vegetal e fundador do Grupo de Apoio à Pesquisa e Extensão (GAPE). Medalha Fernando Costa na modalidade Ensino (2018).

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Engenheiro agrônomo pela Universidade Federal de Viçosa-MG (2013), com especialização em Inglês para Negócios/ Business English (2019) pela University of La Verne – La Verne/CA – USA, e especialização agronômica com ênfase em Manejo de Solos pela Esalq/ USP (2017). Atuou no mercado de fertilizantes sólidos e líquidos, com foco na nutrição de culturas como soja e milho, hortifruti e florestas. É consultor técnico da APagri Soluções Agronômicas, com ênfase em Agricultura de Precisão e consultoria na Fertilidade de Solos, atendendo nos Estados do Maranhão, Piauí, Tocantins, Goiás, Pará e Bahia, com abertura de mercados regionais e prospecção de clientes da negociação à supervisão de serviços técnicos. Atuou também na Timac Agro do Brasil, IAC (Instituto Agronômico de Campinas), Cocapec (Cooperativa de Cafeicultores da Alta Mogiana) e Grupo Perene Consultorias Agrícolas.

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Engenheiro agrônomo pela Esalq/USP (1993), com MBA em Gestão Empresarial FIA/USP/(2001) e especialização em Manejo do Solo ESALQ /USP(2004), é considerado referência profissional em adubação e correção no Cerrado para as culturas de soja, milho, feijão e algodão. Consultor técnico com foco em estratégias de Sistemas de Produção, Fertilidade do Solo e Agricultura de Precisão, voltado a orientar o produtor para otimização do potencial produtivo com essência em maximização de margem de lucro e minimização de riscos. Atende com serviços, assessoria e suporte a produtores em todo o Brasil e histórico de atuação em países como Austrália, Paraguai e Colômbia. CEO e sócio-fundador da APagri Soluções Agronômicas.