Vazio sanitário: é o momento de pensar na próxima safra

Várias regiões brasileiras estão, atualmente, em período de vazio sanitário, prática que começou a ser utilizada no Brasil em 2006 apenas no Mato Grosso, Goiás e Tocantins e, hoje, é adotado por 13 Estados. Esse período é caracterizado pela necessidade de não haver cultura ou plantas voluntárias de soja no campo para que, durante um intervalo de pelo menos 90 dias, ocorra o controle da ferrugem asiática da soja.

A ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) é uma das doenças da soja que causam maior preocupação, devido à rapidez com que se prolifera e sua capacidade destrutiva, podendo significar danos de até 90% à lavoura.

Amostragem de solo para fins de fertilidade certificada

O vazio sanitário é uma estratégia em que o ciclo do fungo é interrompido na entressafra pela inexistência de um hospedeiro vivo para se desenvolver e proliferar, o que reduz de forma significativa a quantidade de esporos no ambiente. O resultado desse manejo vem com a redução da aplicação de fungicidas e de perdas na produtividade, consequentemente afetando o custo de produção da soja.

Com as áreas livres de cultura e o intervalo de tempo entre as safras, é o momento ideal de planejar e definir as estratégias para o próximo ano-safra. Um dos primeiros e principais passos para isso, é a análise de solo, que vai orientar o planejamento e a aquisição de novos insumos.

Com base em uma estratégia de amostragem personalizada, a APagri realiza a amostragem de solo e, a partir dela, o time de consultores produz mapas de fertilidade e recomendação especiais para cada cliente.

 

Letycia Hass Blosfeld é analista de

suporte técnico da APagri em Sinop-MT,

responsável pelas regiões de

Mato Grosso e São Paulo

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Doutor em Ciências pela USP (2011), com ênfase na área de concentração de irrigação e drenagem, e engenheiro agrônomo pela Esalq/USP (2004), tendo recebido duas menções honrosas em trabalhos científicos e o prêmio Sotreq, por Melhor Desempenho na área de Engenharia. Ao longo de sua vida acadêmica e profissional, desenvolveu atividades relacionadas à Agricultura de Precisão, Geoestatística, Eletrônica e Automação, também com formação técnica em eletroeletrônica, laureado com o prêmio Engenheiro Roberto Mange de Melhor Desempenho (1997). Atuou na Robert Bosch (1996 – 2000) e é diretor de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) da APagri Soluções Agronômicas. Participação em eventos internacionais, nos Estados Unidos e Espanha.

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Professor Sênior em Adubos, Adubação e Fertilidade do Solo; aulas na disciplina Adubos e Adubação em graduação e pós-graduação na ESALQ/USP; Especialização e MBA. Sócio-proprietário da Vittagro Engenharia, especializada em consultoria, treinamento e projetos técnico-científicos nas áreas de fertilidade e manejo de solos, práticas corretivas (calagem, gessagem e fosfatagem), práticas conservacionistas (plantas de cobertura, rotação de culturas), fertilizantes minerais, orgânicos, compostagem, adubação e nutrição de plantas. Projetos de pesquisa e assessoria na área de plantio direto na cultura de grãos, cana-de-açúcar, pastagem, café, citros e algodão. Publicou 15 livros em nutrição vegetal, fertilizantes e fertilidade do solo; 27 capítulos de livros; boletins técnicos e participação em mais de 200 eventos de capacitação; palestras no Brasil e exterior (África do Sul, Marrocos, Estados Unidos, Noruega, Bolívia, Uruguai, Argentina, Equador, França, Peru, Chile, Espanha, México, Belize, República Dominicana, China, Turquia, Austrália, Costa Rica, Guatemala, Angola, Canadá, entre outros países). Coordenador nacional e internacional há 30 anos do Programa de Análises de Tecido Vegetal e fundador do Grupo de Apoio à Pesquisa e Extensão (GAPE). Medalha Fernando Costa na modalidade Ensino (2018).

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Minas Gerais – Agronômico Uberaba
Área atendida em hectares: 11435,2

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Unidade
Mato Grosso – Agronômico Médio Norte
Área atendida em hectares: 8633,9

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Unidade
Mato Grosso – Agronômico Parecis
Área atendida em hectares: 8633,9

Rodrigo Righeto

Unidade
Mato Grosso – Agronômico Primavera do Leste
Área atendida em hectares: 8633,9

Davi Besson

Unidade
Mato Grosso – Agronômico Vale do Araguaia
Área atendida em hectares: 8633,9

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Consultor técnico com foco em estratégias de Sistemas de Produção, Fertilidade do Solo e Agricultura de Precisão
Engenheiro agrônomo pela Esalq/USP (1993), com MBA em Gestão Empresarial FIA/USP/(2001) e especialização em Manejo do Solo ESALQ /USP(2004), é considerado referência profissional em adubação e correção no Cerrado para as culturas de soja, milho, feijão e algodão. Consultor técnico com foco em estratégias de Sistemas de Produção, Fertilidade do Solo e Agricultura de Precisão, voltado a orientar o produtor para otimização do potencial produtivo com essência em maximização de margem de lucro e minimização de riscos. Atende com serviços, assessoria e suporte a produtores em todo o Brasil e histórico de atuação em países como Austrália, Paraguai e Colômbia. CEO e sócio-fundador da APagri Soluções Agronômicas.