APagri: duas décadas de dedicação para alimentar o mundo

A APagri chega aos 20 anos de uma atuação eficiente e inovadora no mercado da agricultura. Um trabalho desenvolvido com amor ao propósito de alimentar o mundo. Em nome dessas duas décadas de crescimento e paixão pelo que realizamos, paramos por um momento para refletir sobre o que a vida nos proporciona. Baseados em nossa história, vale pensar sobre maneiras de criarmos oportunidades de valorização dos relacionamentos, pois é a partir deles que crescemos. Oportunidade é a palavra-chave para os criativos e prestar atenção a seu significado nos permite construir um enredo sempre melhor.

Toda oportunidade surge a partir da história que traçamos e uma história bem contada e compreendida depende de uma argumentação bem formada. Aqui na APagri, nossa história tem comprometimento, inovação e sustentabilidade. Nosso relacionamento permanente com produtores agrícolas do Brasil e do exterior no dia a dia, nos proporciona mais do que o contato com o solo de cada um: temos a chance de conhecer a pegada que deixam nele e como querem fazer isso para que o campo renda investimentos certeiros a todos. Essa empatia, de conhecermos as trajetórias e podermos contar sobre a nossa, nos permite um relacionamento de confiança e sucesso com nossos clientes e parceiros.

A APagri foi fundada em 2002, mas essa semente começou a ser plantada na década de 1990 quando, já como profissional, tive os primeiros contados com o tema Agricultura de Precisão, que começava a surgir como um ruído, a despontar no horizonte como uma novidade no setor. Atentos à novidade, compusemos o nome da nossa empresa a partir das iniciais: AP.

Minhas escolhas por um desempenho positivo me levaram a grandes aprendizados e, deles, à empresa que hoje é trabalho e esteio para mais de 70 famílias espalhadas por todo o País.

Uma escolha honesta pode fazer a diferença e mostrar que você é a pessoa certa naquele momento. E fez em minha trajetória. Filho de família humilde, minha “tábua de salvação” foi a dedicação aos estudos e à observância das possibilidades que essas escolhas me trariam. Em outras palavras, é preciso ter clareza de propósito, ser dedicado e, dessa forma, as portas vão se abrindo.

Antes da formação, as referências constituíram o que sou. Meus avós trabalhavam em fazendas como meeiros no interior de São Paulo, capinavam café e plantavam arroz para subsistência. A mudança para a Capital paulista foi levada pelo movimento de industrialização. Por conta de minha origem, estudar era minha estratégia.

Meu primeiro emprego, como office boy de diretoria, me estimulou a pensar como diretor. As conquistas dos próximos trabalhos, estágios e oportunidades sempre estiveram relacionadas à importância dos relacionamentos e da necessidade de me empenhar para crescer, baseado no fato de que o mercado não abre portas para pessoas de conhecimento medíocre.

Ao longo dessa trajetória, as oportunidades foram se apresentando. No final da década de 1980, com o fim da revolução verde, notei que a agricultura estava evoluindo e poderia ser uma profissão de futuro.

A faculdade de Engenharia Agronômica pela Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/ Universidade de São Paulo), centro de referência agronômica no Brasil e no exterior, localizada em Piracicaba, interior de São Paulo, foi minha primeira escolha para a mudança. Na época, 1993, ainda não se falava em Agricultura de Precisão, termo que se tornou conhecido cinco anos depois, me encantando e possibilitando uma oportunidade.

Já formado, peguei a esteira da agricultura tecnificada, a mecanização estava acontecendo. Meu estágio possibilitou a aplicação e vivência no campo de toda a teoria da faculdade, do preparo da semente, do solo, polinização das culturas, maquinário, adubação, recomendação, análise. A fertilidade do solo está arraigada em mim.

Passei por diversas transformações, assim como a agricultura, vivi em diversas regiões, criando a chance de conhecer e aprender sobre o solo brasileiro.

Acredito que as histórias não começam do zero, mas que partem de uma referência, de um desejo e de grande empenho para que se desenvolvam com sucesso. Todo esse movimento deu origem à APagri, uma das empresas pioneiras a investir em Agricultura de Precisão no Brasil e hoje uma referência na área, fruto do meu desejo, mas da referência e do empenho e engajamento de pessoas muito corajosas que fazem parte do nosso time. 

Conhecer seu caminho, prestar atenção ao futuro, respeitar cada etapa da trajetória, são passos fundamentais para criar empatia e despertar a confiança nas pessoas ao nosso redor. Isso é parte do propósito de cada pessoa que compõe a APagri, afinal, trabalhar com eficiência e sustentabilidade para alimentar o mundo é nosso propósito.

Sérgio Luís Góes é engenheiro agrônomo, fundador e CEO da APagri Soluções Agronômicas.

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Doutor em Ciências pela USP (2011), com ênfase na área de concentração de irrigação e drenagem, e engenheiro agrônomo pela Esalq/USP (2004), tendo recebido duas menções honrosas em trabalhos científicos e o prêmio Sotreq, por Melhor Desempenho na área de Engenharia. Ao longo de sua vida acadêmica e profissional, desenvolveu atividades relacionadas à Agricultura de Precisão, Geoestatística, Eletrônica e Automação, também com formação técnica em eletroeletrônica, laureado com o prêmio Engenheiro Roberto Mange de Melhor Desempenho (1997). Atuou na Robert Bosch (1996 – 2000) e é diretor de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) da APagri Soluções Agronômicas. Participação em eventos internacionais, nos Estados Unidos e Espanha.

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Professor Sênior em Adubos, Adubação e Fertilidade do Solo; aulas na disciplina Adubos e Adubação em graduação e pós-graduação na ESALQ/USP; Especialização e MBA. Sócio-proprietário da Vittagro Engenharia, especializada em consultoria, treinamento e projetos técnico-científicos nas áreas de fertilidade e manejo de solos, práticas corretivas (calagem, gessagem e fosfatagem), práticas conservacionistas (plantas de cobertura, rotação de culturas), fertilizantes minerais, orgânicos, compostagem, adubação e nutrição de plantas. Projetos de pesquisa e assessoria na área de plantio direto na cultura de grãos, cana-de-açúcar, pastagem, café, citros e algodão. Publicou 15 livros em nutrição vegetal, fertilizantes e fertilidade do solo; 27 capítulos de livros; boletins técnicos e participação em mais de 200 eventos de capacitação; palestras no Brasil e exterior (África do Sul, Marrocos, Estados Unidos, Noruega, Bolívia, Uruguai, Argentina, Equador, França, Peru, Chile, Espanha, México, Belize, República Dominicana, China, Turquia, Austrália, Costa Rica, Guatemala, Angola, Canadá, entre outros países). Coordenador nacional e internacional há 30 anos do Programa de Análises de Tecido Vegetal e fundador do Grupo de Apoio à Pesquisa e Extensão (GAPE). Medalha Fernando Costa na modalidade Ensino (2018).

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Consultor técnico com foco em estratégias de Sistemas de Produção, Fertilidade do Solo e Agricultura de Precisão
Engenheiro agrônomo pela Esalq/USP (1993), com MBA em Gestão Empresarial FIA/USP/(2001) e especialização em Manejo do Solo ESALQ /USP(2004), é considerado referência profissional em adubação e correção no Cerrado para as culturas de soja, milho, feijão e algodão. Consultor técnico com foco em estratégias de Sistemas de Produção, Fertilidade do Solo e Agricultura de Precisão, voltado a orientar o produtor para otimização do potencial produtivo com essência em maximização de margem de lucro e minimização de riscos. Atende com serviços, assessoria e suporte a produtores em todo o Brasil e histórico de atuação em países como Austrália, Paraguai e Colômbia. CEO e sócio-fundador da APagri Soluções Agronômicas.